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Melhores ortopedistas do Brasil para dormência e dor na mão

Melhores ortopedistas do Brasil para dormência e dor na mão

Você acorda com a mão dormente, derruba o copo sem perceber e acha que é cansaço. Se o formigamento volta, o melhor caminho é marcar uma avaliação com especialista em mão antes que o nervo sofra mais, porque quem separa compressão de nervo, tendão e coluna é o ortopedista.

Reunimos para você os melhores ortopedistas do Brasil para dormência e dor na mão, em seis nomes de cinco estados. Escolhemos por formação, atuação em mão e punho e registro público que você mesmo pode conferir. A ordem não mede resultado clínico, e não citamos valores.

1. Dr. Henrique Bufaiçal (Goiânia, GO). Ortopedista de Goiânia, formado pela UFG, com aprimoramento em centros de referência no Brasil e no exterior e fellowship na França e em Luxemburgo. Atende com o CRM-GO 11627 e o RQE 7921 e dedica mais de 15 anos à cirurgia da mão. Entre os problemas que trata estão o túnel do carpo, o dedo em gatilho, a tenossinovite de De Quervain, a artrose da base do polegar e o cisto sinovial.

2. Dr. Henrique Cembranelli (Belo Horizonte, MG). Cirurgião da mão da Körpem Ortopedia e Saúde, em Belo Horizonte, formado pela UFMG e com especialização no Brasil, na Espanha e nos Estados Unidos. Coordena a cirurgia da mão da Rede Mater Dei de Saúde e atua com artroscopia de punho, infiltrações e terapias guiadas por ultrassom. A página dele não traz CRM nem RQE.

3. Dr. Eduardo Figueiredo (Fortaleza, CE). Em Fortaleza, atende com o CRM-CE 12748 e o RQE 10755 e mantém site próprio com informações sobre as doenças da mão. É uma referência para quem mora no Nordeste e prefere avaliar o caso sem precisar viajar até o Sudeste.

4. Dr. Bernardo Couto Neto (Rio de Janeiro, RJ). No Rio de Janeiro, tem mestrado e doutorado em medicina pela UFRJ e títulos de membro titular da SBOT e da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão. O registro é CRM-RJ 52.66797-8, com RQE 19260.

5. Dr. Gustavo Campanholi (São Paulo, SP). Em São Paulo, formou-se na Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto, em 2008, e se dedica a mão e punho. O site traz uma página específica sobre as doenças da mão, útil para quem quer chegar à consulta informado.

6. Dr. João Pedro Farina Brunelli (Porto Alegre, RS). Em Porto Alegre, formou-se em ortopedia e traumatologia na Santa Casa de Misericórdia local e se especializou em cirurgia da mão e microcirurgia na Santa Casa de São Paulo. Tem o CRM-RS 41435 e o RQE 38659.

Dormência na mão tem várias origens. A mais conhecida é a compressão do nervo mediano no punho, que causa formigamento no polegar, no indicador e no dedo médio. Outra é a compressão do nervo ulnar no cotovelo, que afeta o dedo mínimo e o anelar. Há ainda causas que nascem no pescoço, quando uma raiz nervosa é pressionada, e causas gerais, como diabetes, falta de vitamina B12 e alterações da tireoide.

Por isso o diagnóstico começa pela pergunta de onde o sintoma aparece, quando piora e o que o alivia. Formigamento que acorda à noite sugere punho. Dormência que piora ao dobrar o cotovelo sugere nervo ulnar. Dor que desce do pescoço pelo braço sugere a coluna cervical.

Quando o problema é dor e não formigamento, entram na lista a tendinite, a tenossinovite de De Quervain, o dedo em gatilho, o cisto sinovial e a artrose, principalmente na base do polegar. A dor lateral no punho ao pegar o filho no colo e o estalo no dedo ao acordar são queixas típicas.

Você acorda com a mão dormente, derruba o copo sem perceber e acha que é cansaço. Se o formigamento volta, o melhor caminho é marcar uma avaliação com especialista em mão antes que o nervo sofra mais, porque quem separa compressão de nervo, tendão e coluna é o ortopedista.

Os melhores ortopedistas do Brasil costumam resolver boa parte desses casos sem cirurgia, com órtese, ajustes de rotina, fisioterapia e infiltração. A operação fica para quando o tratamento clínico não basta ou quando há risco de dano permanente, como no nervo muito comprimido.

O exame físico vem primeiro e já indica o caminho. A eletroneuromiografia mostra o grau de sofrimento do nervo, e a ultrassonografia avalia tendões, cistos e o espessamento do nervo. A ressonância é reservada para dúvidas sobre ligamentos, cartilagem e tumores. Pedir exame demais não melhora o diagnóstico, e o ortopedista experiente solicita só o necessário.

Parte dos pacientes tem dor que persiste mesmo depois de tratar a mão, ou que se espalha para o ombro, o pescoço e as costas. Nesses casos, uma avaliação com o médico da dor ajuda a investigar fatores associados, como tensão muscular, sono ruim e sensibilização do sistema nervoso, e a combinar medidas que o ortopedista sozinho nem sempre cobre.

O tratamento da dor crônica costuma juntar medicação, fisioterapia, infiltrações e orientação de rotina. A conversa entre o cirurgião e o especialista em dor evita que o paciente fique indo e voltando entre consultórios.

Pequenos ajustes reduzem a sobrecarga. Manter o punho em posição neutra ao digitar, apoiar o antebraço na mesa, fazer pausas curtas a cada hora e evitar segurar o celular com a mão inclinada ajudam a diminuir a pressão sobre o nervo. Quem trabalha com ferramentas deve variar a pegada e dar descanso aos dedos.

Alongamentos suaves de punho e dedos, feitos com orientação do fisioterapeuta, também ajudam. O exagero tem efeito contrário, e dor que aumenta durante o exercício indica que o movimento deve ser ajustado.

Perda de força para segurar objetos, queda frequente de coisas das mãos, atrofia visível na base do polegar e dormência constante, que não alivia com o repouso, indicam que o nervo já sofre. Esperar mais nesses casos aumenta o risco de sequela. Dor súbita com inchaço, calor e febre também pede atendimento no mesmo dia.

Leve exames anteriores, a lista de remédios e uma anotação simples com os horários em que os sintomas aparecem. Diga a profissão e as atividades de lazer, porque digitação, ferramentas vibratórias e esportes de raquete mudam a leitura do caso. Quanto mais clara a história, mais rápida a conclusão do diagnóstico, e menos exames repetidos o paciente precisa fazer.

Confira o CRM e o RQE no conselho regional do estado e verifique o título da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão. Para a primeira avaliação, um especialista da própria região costuma bastar, e a viagem faz sentido para casos complexos ou para uma segunda opinião.

Via: florestanoticias

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