Conservação da biodiversidade é intensificada no Parque Corumbiara com monitoramento da tartaruga-da-Amazônia
O trabalho envolve o acompanhamento dos animais, a proteção das áreas de desova e o desenvolvimento de estratégias de manejo voltadas à manutenção das populações naturais e já coletou dados biométricos de aproximadamente 360 fêmeas, contribuindo para ampliar o conhecimento sobre a biologia e a reprodução da espécie, permitindo relacionar informações dos animais monitorados às condições dos ninhos e às variações do nível do rio.
A participação acadêmica também fortalece a formação de profissionais e aproxima a pesquisa científica das práticas de conservação da fauna silvestre.
O monitoramento de longo prazo permite acompanhar mudanças nos períodos reprodutivos, aprimorar as estratégias de manejo e subsidiar ações de conservação da tartaruga-da-Amazônia, considerada o maior quelônio de água doce da América do Sul.
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a conservação da biodiversidade é fortalecida por ações de monitoramento e proteção da fauna silvestre em Unidades de Conservação. “As ações de conservação da biodiversidade protegem o patrimônio natural de Rondônia.
O monitoramento da tartaruga-da-Amazônia no Parque Estadual Corumbiara demonstra a importância da parceria entre instituições e da pesquisa científica para preservar nossas espécies e garantir a conservação dos ecossistemas para as futuras gerações”, salientou.
Utilizando técnicas adequadas de contenção e manejo de fauna silvestre, os brigadistas conseguiram retirar o animal com segurança. Após avaliação técnico-veterinária, foi constatado que se tratava de um ouriço-cacheiro fêmea, apresentando boas condições gerais e sem ferimentos graves.
Após o atendimento, o animal foi transportado para uma área de mata preservada e segura, distante da escola, onde foi devolvido ao ambiente natural.
A ocorrência foi encerrada sem intercorrências, com a retirada do animal do ambiente escolar e a preservação de sua integridade.
A Brigada Voluntária Harpia reforça, em situações envolvendo animais silvestres, a importância de não tentar capturá-los ou agredi-los, mantendo distância segura e acionando equipes capacitadas para realizar o manejo adequado.
O trabalho envolve o acompanhamento dos animais, a proteção das áreas de desova e o desenvolvimento de estratégias de manejo voltadas à manutenção das populações naturais e já coletou dados biométricos de aproximadamente 360 fêmeas, contribuindo para ampliar o conhecimento sobre a biologia e a reprodução da espécie, permitindo relacionar informações dos animais monitorados às condições dos ninhos e às variações do nível do rio.
Via: florestanoticias



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