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Fraude na Cota de Gênero? PP, MDB e União Brasil de Castanheiras Sob Alvo do Ministério Público Eleitoral

Denúncia pode resultar na perda de mandatos conquistados nas eleições de 2024 para a Câmara de Vereadores

Publicada em 27/03/2025 às 17:19h |   | 16 visualizações

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Fraude na Cota de Gênero? PP, MDB e União Brasil de Castanheiras Sob Alvo do Ministério Público Eleitoral


Uma bomba política pode estar prestes a explodir em Castanheiras (RO). Três dos principais partidos do município — PP (Progressistas), MDB e União Brasil — estão sendo investigados por possível fraude na cota de gênero nas eleições municipais de 2024. A denúncia, apresentada pelo Ministério Público Eleitoral na 29ª Zona Eleitoral de Rolim de Moura, aponta indícios de que os partidos teriam burlado a legislação ao registrar candidaturas femininas fictícias apenas para cumprir a cota mínima exigida por lei.

De acordo com a legislação eleitoral (Lei nº 9.504/97), os partidos são obrigados a preencher no mínimo 30% das candidaturas proporcionais com mulheres. O objetivo é incentivar a participação feminina na política, mas em muitos casos, essa exigência tem sido deturpada com a chamada “candidatura laranja”: mulheres registradas apenas para simular o cumprimento da regra, sem qualquer intenção real de disputar o pleito.

O Ministério Público afirma ter reunido indícios suficientes para levantar suspeitas de que essa prática pode ter ocorrido em Castanheiras. Os candidatos eleitos pelos partidos investigados já foram intimados nesta semana e deverão apresentar suas defesas nos próximos dias.

Se confirmada a fraude, consequências podem ser devastadoras

Se a Justiça Eleitoral comprovar a fraude, os efeitos podem ser severos: a cassação das candidaturas envolvidas, anulação dos votos das legendas e, consequentemente, a perda dos mandatos conquistados pelos partidos na Câmara Municipal para o mandato 2025-2029.

Silêncio e tensão nos bastidores

Nos bastidores, o clima é de apreensão. Nenhum dos partidos se manifestou oficialmente até o momento, e os envolvidos evitam declarações à imprensa. A população, por sua vez, começa a questionar a legitimidade do processo eleitoral e cobra transparência na apuração.

Um esquema articulado ou descuido partidário?

A principal dúvida é: trata-se de um esquema articulado para burlar a legislação, ou de falhas no processo de registro e acompanhamento das candidaturas femininas? O Ministério Público não descarta nenhuma hipótese, e o caso promete ser um teste de fogo para a integridade do sistema eleitoral local.

Enquanto isso, Castanheiras assiste, estarrecida, ao desenrolar de um possível escândalo que pode redesenhar completamente o mapa político do município antes mesmo do novo mandato começar.

Fonte: Assessoria

 






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